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Vivência

Ritual da Ancestralidade

“Muitas vezes, sem saber, somos assombrados pelos terrores dos nossos ancestrais. Somos influenciados pelas feridas de humilhação, de exclusão, de abandono que eles viveram. A dor gerada por esses choques pode reverberar por gerações. Então, às vezes, sofremos sem compreender o motivo”
 

Sri Prem Baba

Nada é por acaso

A família que nascemos é escolhida e faz parte do plano da nossa encarnação. Se nada é por acaso, porque a nossa família seria? É através da relação que temos com eles que podemos nos desenvolver.

 

Por ressonância ou afinidades de alma, escolhemos reencarnar em determinada família, porque ali possuia todo um aporte de uma energia causal propícia para que pudéssemosmos fazer as transformações das sombras que herdamos dos nossos ancestrais e também a viver a expressão da nossa luz e do nosso ser essência, imprimindo-a no campo familiar para os novos descendentes.

 

São esses ancestrais que nos presenteiam com uma herança que vai além da genética: através de nosso DNA transmitimos e recebemos crenças subconscientes, emoções, inclinações psicológicas e emocionais.

O Ritual

 

O ritual da ancestralidade é uma poderosa prática energética que nos possibilita a cura nas dimensões física, emocional, mental e espiritual. Este ritual intenciona a cura e libertação de bloqueios. Ele nos trás a possibilidade de transformação de um padrão negativo repetido no campo familiar, apropriando-se da sua herança de essência e transmutar as sombras herdadas para o campo familiar atual e os próximos descendentes.

O ritual de ancestral é propício para a dissolução de emaranhados emocionais e espirituais, para regenerar e restaurar o campo pessoal e familiar em um padrão mais elevado de luz. Cada pessoa poderá focar o que intenciona transformar na vida pessoal e a própria transformação reverberará na ancestralidade. Todas as nossas limitações são sempre uma repetição de algum padrão ancestral. Assim, este trabalho propicia a transformação pessoal e familiar. Esta vivência possibilita a transmutação de qualquer tipo de dor do campo pessoal e ancestral, incluindo ascendentes e descendentes.

 

Quando liberamos algum carma ancestral, cumprimos um importante propósito. Esta é a vivência mais importante, pois não estamos fazendo somente por nós; mas para muitos outros seres que já foram ou que ainda estão por vir

Entendendo o Campo

 

Segundo a teoria dos campos morfogenéticos, o biológo inglês Rupert Sheldrake sugeriu a hipótese da causação formativa e os problemas não resolvidos da biologia” que existem campos de informações não materiais que são transmitidos por ressonância. Essa ressonância mórfica é o processo no qual acontecimentos e comportamentos de organismos no passado influenciam organismos no presente. 

 

Por sua vez, essa ressonância acontece dentro de sistemas que compartilham características semelhantes em sua formação. Quanto maior a similaridade de características, maior a ressonância e, por fim, maior a influência desse campo imaterial de informação. 

 

Para Sheldrake, mais precisamente, a maioria dos comportamentos de um indivíduo associa-se ao sistema a que ele pertence, ou seja, a sua ancestralidade.

 

Através da conexão entre o indivíduo e um determinado Campo, as informações que dirigem determinado comportamento são acessadas, levando-o a apreender, assumir e repetir o mesmo comportamento. Quanto mais indivíduos vinculados a este, mais forte e intensa se torna as ressonâncias envolvidas, fazendo com que mais indivíduos se comportem da mesma forma.

Portanto, o passado influi no presente, os ancestrais influem na geração atual, há semelhanças entre as gerações, estabelece-se repetição dos comportamentos dos ancestrais, a história continua pela força do hábito até que possa ser modificada pela força da transformação.

Desse modo, sempre que um membro de uma espécie constrói um novo padrão de comportamento e o repete suficientemente e continuamente, o Campo determinante anterior pode ser modificado. Os novos Campos que são construídos no presente serão herdados pelas próximas gerações, através de um fluxo contínuo de informações.

Assim, conclui-se que os Campos são estruturas de probabilidades e a transmissão transgeracional é um fato dado e presente em todas as pessoas. Os tipos e as questões vivenciadas anteriormente pelos antecedentes determinam o desenrolar no presente de uma problemática semelhante.

 

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